Clínica
Consórcio para clínica, e o custo de operar o equipamento depois de comprado
Equipamento de clínica tem duas contas, e a segunda dura mais que o plano. Contrato de manutenção, calibração periódica, insumo e peça de reposição são despesas recorrentes que continuam existindo muito depois da última parcela.
Levantar esses números antes de escolher a faixa é o que transforma a decisão de compra numa conta completa. Me conta o equipamento e quantos atendimentos ele vai gerar por semana, que eu faço a conta com você.
- 2,35%índice de exclusão no segmento empresarial, bem abaixo da média do sistema
- 13,69%média de taxa do grupo de demais bens e serviços, a régua do segmento
- 18,35%média geral do sistema de consórcios, para comparação
Fonte da taxa média e do prazo médio: Banco Central do Brasil, Panorama do Sistema de Consórcios, data-base de dezembro de 2024. O Banco Central não publica média separada por tipo de serviço, então a régua é a do grupo que reúne os demais bens e serviços. A taxa do seu contrato é a do grupo específico que você assinar.
- O contrato de manutenção levantado antes da compra
- A conta de em quantos atendimentos o equipamento se paga
- A parcela medida pelo mês de menor agenda
Como funciona aqui
Quatro pontos da clínica na carta
Os dois primeiros são do custo recorrente. Os dois últimos são de receita e de documento.
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O contrato de manutenção é despesa fixa
Equipamento de saúde costuma exigir manutenção com periodicidade definida pelo fabricante, e o valor entra no mês desde a instalação. Ele segue existindo quando o plano acaba.
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Calibração, insumo e peça somam todo mês
São três linhas que raramente aparecem na decisão de compra e que aparecem todas na primeira fatura. Pedir esses valores ao fornecedor é rápido.
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A conta que decide é a de atendimentos
Valor do procedimento, número de atendimentos por semana e a parcela. Esse cruzamento diz se a compra faz sentido agora ou daqui a um ano.
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Registro e documentação vêm do fornecedor
Equipamento de saúde tem exigência própria de registro e de documentação, e essa resposta vem do fornecedor e do órgão competente. A administradora paga o bem que está na nota fiscal.
O que decidir antes
Três conferências antes de escolher a faixa
As três são de número, e as três se pedem ao fornecedor.
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Quanto custa o contrato de manutenção por ano
Peça o valor e a periodicidade. É a despesa recorrente de maior peso, e ela começa junto com o uso.
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Qual o consumo de insumo por atendimento
Ele transforma cada procedimento num custo variável conhecido, e é isso que fecha a conta de quanto o equipamento gera de verdade.
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Quantos atendimentos a sua agenda comporta
O número real da sua agenda, que costuma ficar bem abaixo do máximo teórico do equipamento. É ele que diz em quanto tempo a compra se paga.
O caminho
Cinco passos até o equipamento atendendo
O caminho começa levantando o custo de operar, antes do preço de comprar.
- 1 Levante o custo de operar antes do preço de comprar Contrato de manutenção, calibração periódica, insumo e peça de reposição são despesas recorrentes que seguem existindo depois da última parcela.
- 2 Confirme com o fornecedor o registro e a documentação do equipamento Equipamento de saúde tem exigência própria de registro e de documentação, e essa resposta vem do fornecedor e do órgão competente, fora do alcance da administradora.
- 3 Calcule em quantos atendimentos o equipamento se paga Valor do procedimento, número de atendimentos por semana e a parcela. Essa conta é a que diz se a compra faz sentido agora ou daqui a um ano.
- 4 Dimensione a parcela pelo mês de menor agenda Clínica tem sazonalidade de férias e de fim de ano. A parcela chega igual, e é pelo mês vazio que ela se mede.
- 5 Contemplado, a carta paga o fornecedor à vista Contra nota fiscal, e o equipamento fica no nome da clínica, alienado à administradora até o fim do plano.
Quem disputa a sua simulação
As 5 administradoras da carteira com grupo em serviços
A proposta chega com todas lado a lado, e com o índice de reclamações do Banco Central ao lado de cada nome.
| Administradora | Índice do Banco Central |
|---|---|
| Canopus | 54,82 |
| Rodobens | 107,77 |
| Embracon | 276,30 |
| Recon | 433,80 |
| Poupex | fora do ranking |
O que evitar
Quatro cuidados com equipamento de clínica
Os dois primeiros são de conta. Os dois últimos são de prazo e de escopo.
- Cuidado 1 Decidir pelo preço de compra O contrato de manutenção e os insumos costumam somar, ao longo dos anos, um valor comparável ao do equipamento. A decisão se toma com os dois lados na mesa.
- Cuidado 2 Dimensionar a agenda pelo máximo do equipamento O que importa é quantos atendimentos a sua agenda real comporta. O número teórico do catálogo faz a conta parecer melhor do que ela é.
- Cuidado 3 Contar com a carta para uma data de inauguração A contemplação sai por sorteio ou por lance na assembleia, sem data previsível, pelo artigo 22 da Lei 11.795/2008. Abertura com data marcada pede outro caminho.
- Cuidado 4 Esperar que a administradora resolva a parte regulatória Registro e documentação do equipamento vêm do fornecedor e do órgão competente. À administradora cabe pagar o bem que está na nota fiscal.
Perguntas que chegam no atendimento
Oito dúvidas sobre consórcio para clínica
Respostas diretas, do jeito que a gente responde no WhatsApp. Se a sua pergunta não estiver aqui, manda que a gente responde.
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Dá para comprar equipamento de clínica por consórcio?
Dá, no grupo de pessoa jurídica, com a carta pagando o fornecedor à vista contra nota fiscal. O equipamento fica no nome da clínica e alienado à administradora até o fim do plano.
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Qual o custo além da parcela?
Contrato de manutenção, calibração periódica, insumo e peça de reposição. São despesas recorrentes que continuam existindo depois da última parcela, e o fornecedor informa cada uma.
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Como eu sei se o equipamento se paga?
Cruzando o valor do procedimento, o número de atendimentos que a sua agenda real comporta e a parcela. O número teórico do catálogo faz a conta parecer melhor do que ela é.
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O consórcio resolve o registro do equipamento?
Não resolve. Registro e documentação de equipamento de saúde vêm do fornecedor e do órgão competente, e a administradora paga o bem que está na nota fiscal.
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A cota pode ficar no CNPJ da clínica?
Pode, e é o formato mais comum. Confirme o tratamento contábil com a sua contabilidade antes de assinar.
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E se eu quiser mais de um equipamento?
Mais de uma cota resolve, e a regra de somar cartas na mesma operação muda de regulamento para regulamento. Essa confirmação vem por escrito antes de assinar.
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Qual a taxa de administração?
A régua do segmento é a média do grupo que reúne os demais bens e serviços, de 13,69%, contra 18,35% da média geral do sistema, pelo Banco Central em dezembro de 2024. A taxa do seu contrato é a do grupo que você assinar.
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Como a Ribz ajuda nisso?
Me conta o equipamento e quantos atendimentos ele vai gerar por semana. Eu somo o custo de operar, faço a conta do retorno e levanto os grupos abertos. Mesmo dia útil.
Continue por aqui
Três respostas que completam a decisão
A resposta vizinha no mesmo silo, o recorte de quem contrata e o hub do segmento.
- A máquina industrial A instalação que não está na nota fiscal do fabricante. Ver o consórcio de máquina industrial
- O MEI Como o menor porte de empresa é analisado na contratação. Ver o consórcio para MEI
- O silo empresarial inteiro CNPJ, porte, frota e o que o grupo de PJ aceita comprar. Ver o hub empresarial
Outros caminhos
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- Nossos dados Confira o CNPJ da Ribz e as autorizações das administradoras que representamos.