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Consórcio de imóveis em todo o Brasil

Consórcio de imóveis para a sua casa própria sair do papel

Doze administradoras disputam o seu plano na mesma simulação. Você recebe as propostas lado a lado no mesmo dia, escolhe a parcela que cabe no seu mês e começa a construir o caminho até a chave, sem os juros de um financiamento.

Receba suas simulações hoje

Quatro campos e as propostas chegam no mesmo dia útil, sem custo nenhum para você.

  • Casa, apartamento, terreno, construção, reforma e quitação de financiamento.
  • Seu FGTS pode entrar como lance, amortizar parcela ou completar a compra.
  • Contrato explicado com você, cláusula por cláusula, para fechar tranquilo.

O que a Ribz coloca na mesa

Doze administradoras comparadas

A mesma simulação em mais de uma, no mesmo prazo e no mesmo formato.

Parcela que cabe no seu mês

A gente ajusta carta e prazo até a parcela encaixar no seu orçamento.

Seu FGTS entra de três formas

Como lance, para amortizar parcela ou para completar a compra.

Contrato lido com você

Cada cláusula explicada, para você fechar com segurança.

Em uma frase

O que é consórcio de imóveis

Consórcio de imóveis é a compra programada de um imóvel em grupo, sem empréstimo e sem juros, regulada pela Lei 11.795/2008 e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil.

Um grupo de pessoas que quer comprar imóvel contribui todo mês para um caixa comum. Esse caixa é administrado por uma administradora de consórcio autorizada pelo Banco Central do Brasil, e com ele o grupo compra cartas de crédito que vão para os integrantes por sorteio ou por lance em assembleia.

Quem é contemplado usa a carta para comprar o imóvel à vista, em qualquer cidade, e a administradora paga direto ao vendedor. Em vez de juros, você paga a taxa de administração, que remunera a administradora pelo trabalho de tocar o grupo.

A relação é regida pela Lei 11.795/2008 e pelo Código de Defesa do Consumidor. Os recursos do grupo ficam em conta apartada do patrimônio da administradora.

Passo a passo

As cinco etapas, da adesão à chave na mão

Você entra no grupo pelo valor do crédito, é contemplado por sorteio ou por lance em assembleia, e só então escolhe o imóvel.

A adesão é imediata e a sua cota começa a andar no primeiro boleto. A contemplação sai em assembleia, por sorteio ou por lance, e com lance bem planejado dá para trazer a chave para mais perto. A gente monta esse plano com você na primeira conversa.

  1. Adesão

    Você entra no grupo pelo valor do crédito que precisa.

  2. Assembleia

    Todo mês o grupo se reúne e apura o sorteio e os lances.

  3. Contemplação

    Sua vez chega, por sorteio ou por lance ofertado.

  4. Análise

    A administradora avalia o imóvel e a sua documentação.

  5. Compra

    A administradora paga direto ao vendedor que você escolheu.

Quanto custa

A conta do custo, com a diferença que a administradora faz

Numa carta de R$ 300 mil em 180 meses, sete pontos percentuais de diferença na taxa de administração somam R$ 21 mil ao longo do plano.

A parcela tem quatro componentes. A maior parte vai para o fundo comum, que é o dinheiro que compra os imóveis do grupo e volta para você em forma de crédito. Sobre isso entram a taxa de administração, o fundo de reserva quando o contrato prevê, e o seguro quando o grupo exige.

A taxa de administração é o componente que mais varia entre as empresas, e é por isso que ela é a primeira coisa que a gente compara.

Desembolso total numa carta de R$ 300 mil em 180 meses, com duas taxas de administração Com taxa de 15% o desembolso soma R$ 345 mil. Com taxa de 22% soma R$ 366 mil. A diferença é de R$ 21 mil. Crédito que você recebe Taxa de administração Taxa de 15%: desembolso de R$ 345.000,00Taxa de 15%R$ 345.000 Taxa de 22%: desembolso de R$ 366.000,00Taxa de 22%R$ 366.000 Diferença de R$ 21.000 no plano, ou R$ 116,67 por mês.
Exemplo didático com parâmetros hipotéticos, não é proposta. Carta de R$ 300.000 em 180 meses, taxa diluída em parcelas iguais. A parcela real inclui ainda fundo de reserva, quando o contrato prevê, e seguro, quando o grupo exige. Os percentuais usados estão dentro da faixa observada no mercado brasileiro, de 6,5% a 28%.

Quem disputa o seu plano

Doze administradoras disputando a sua proposta

Você diz o imóvel que você quer e a gente coloca lado a lado as propostas das administradoras que têm grupo aberto para ele, com taxa, prazo e parcela no mesmo formato. Aí é só escolher a que leva você mais rápido até lá.

Quem tem autorização do Banco Central, administra o grupo e responde pelo contrato é a administradora. A Ribz representa todas estas, e cada proposta chega com o índice de reclamações que o Banco Central publica sobre aquela administradora, para você fechar com o número na mão.

O atalho para a chave

Lance embutido, o jeito de antecipar a chave usando a própria carta

O lance embutido sai da própria carta de crédito, então ele aumenta a sua chance na assembleia e reduz o valor que chega na sua mão para comprar.

Bem usado, o embutido antecipa a sua chave sem tirar dinheiro do bolso. O segredo é dimensionar a carta já pensando no lance, para que o crédito que sobra ainda compre o imóvel que você quer, e a gente faz essa conta com você.

O lance livre funciona ao contrário, porque sai do seu bolso e não mexe no valor da carta. O FGTS pode ser usado como lance em consórcio de imóvel, o que costuma ser a forma mais eficiente de disputar a contemplação sem tirar dinheiro do caixa.

O que o lance embutido faz com uma carta de R$ 300 mil Com lance embutido de 25 por cento, R$ 75 mil saem da própria carta e o consorciado recebe R$ 225 mil para comprar o imóvel. Chega na sua mão Virou lance Carta de R$ 300.000 sem lance embutido Sem lance R$ 300.000 Carta de R$ 300.000 com lance embutido de 25% Embutido de 25% R$ 225.000 R$ 75 mil viram lance e R$ 225 mil vão direto para a compra.
O lance embutido sai da própria carta. Ele aumenta a sua chance na assembleia e reduz o valor que chega na sua mão para comprar. O lance livre, ao contrário, sai do seu bolso e não mexe no crédito. O percentual máximo de embutido é definido em contrato e varia por administradora.

Na hora de escolher

Oito regras que mudam de administradora para administradora

Duas administradoras podem cobrar a mesma taxa e ainda assim aceitar imóveis completamente diferentes. Essas oito perguntas separam uma da outra.

Todas estão no regulamento de cada grupo, e a gente já traz as respostas junto com cada proposta que você recebe.

  • Aceita imóvel na planta?

    Algumas administradoras vedam lançamento no regulamento. A Porto Seguro consta como uma delas.

  • Aceita imóvel em construção?

    Quando aceita, a liberação costuma ser por etapa de obra, com vistoria a cada medição.

  • Aceita terreno sem construção?

    Muda por administradora, e muda de novo quando o terreno é rural ou está em loteamento não registrado.

  • Qual a idade máxima do imóvel usado?

    Imóvel antigo pode ser recusado na avaliação, mesmo com a contemplação já ocorrida.

  • Qual o teto e o prazo do grupo de imóvel?

    Teto de crédito e prazo máximo definem se o seu alvo cabe naquele grupo.

  • Qual o percentual máximo de lance embutido?

    É esse número que decide quanto da sua carta pode virar lance.

  • Aceita FGTS de cônjuge ou de terceiro?

    Regra do FGTS mais regra da administradora. As duas precisam bater.

  • Qual a garantia exigida na contemplação?

    Alienação fiduciária do próprio imóvel é o padrão, mas há exigências adicionais que variam.

Qual dos dois

Consórcio de imóvel ou financiamento imobiliário

A escolha depende de quando você precisa da chave. Financiamento entrega o imóvel agora e cobra juros por isso. Consórcio não cobra juros de empréstimo e usa o lance para antecipar a compra.

Consórcio de imóvel

  • Você paga taxa de administração, e não juros de empréstimo.
  • Não exige entrada para entrar no grupo.
  • Chega na negociação com dinheiro à vista, que abre espaço para desconto.
  • O FGTS pode entrar como lance e adiantar a contemplação.
  • A contemplação sai por sorteio ou por lance, e o lance ajuda a antecipar.

Financiamento imobiliário

  • Você tem a chave logo depois da aprovação do crédito.
  • Paga juros ao banco sobre o saldo devedor durante todo o contrato.
  • Exige entrada, que costuma ficar em torno de 20% do valor do imóvel.
  • Passa por análise de crédito e comprometimento de renda antes da compra.
  • Resolve quem precisa do imóvel agora e não pode esperar.

Dúvidas

As perguntas de quem está perto de pegar a chave

Se a sua dúvida não estiver aqui, manda no WhatsApp que a gente responde no mesmo dia útil.

  • O que é consórcio de imóveis?

    É a compra programada de um imóvel em grupo, definida pelo artigo 2º da Lei 11.795/2008. Pessoas que querem comprar contribuem todo mês para um fundo comum administrado por uma empresa autorizada pelo Banco Central, e esse fundo compra cartas de crédito que vão para os integrantes por sorteio ou por lance em assembleia. Não existe empréstimo nem juros. O que existe é taxa de administração, que em imóveis tinha média de 20,84% em grupos novos, segundo o Panorama do Banco Central com data-base de dezembro de 2024.

  • Consórcio de imóvel precisa de entrada?

    Não precisa de entrada para entrar no grupo. Você começa pagando a primeira parcela. O que pode existir é taxa de adesão, quando o contrato prevê, e o lance, que é opcional e serve para antecipar a contemplação. Vale conferir na proposta se a taxa de adesão é abatida das primeiras parcelas ou se é custo adicional, porque isso muda entre administradoras e quase nunca vem destacado. A gente confere esse ponto na proposta antes de você assinar.

  • Quanto tempo demora para ser contemplado?

    A contemplação sai todo mês em assembleia, por sorteio ou por lance. O prazo médio dos grupos novos de imóveis era de 216,8 meses em dezembro de 2024, segundo o Banco Central, e é por isso que quem quer a chave mais cedo entra com lance. Em imóvel, o seu FGTS pode compor esse lance junto com recurso próprio ou parte da carta, e a gente monta essa estratégia com você.

  • Consórcio de imóvel passa por análise de crédito?

    Passa, mas só na contemplação, e não na adesão. Você entra no grupo sem consulta ao seu CPF, porque a adesão registra um compromisso de aquisição. Quando a carta sai, a administradora avalia sua capacidade de pagamento e as garantias, que em imóvel costumam ser a alienação fiduciária do próprio bem. Isso te dá anos para organizar a documentação, já que o prazo médio desses grupos passa de dezoito anos, segundo o Banco Central. Me conta a sua situação que a gente já filtra quem costuma aprovar.

  • Posso usar o FGTS no consórcio de imóvel?

    Pode, em três situações, que são ofertar lance, amortizar parcelas e completar o valor da compra. Vale só para consórcio de imóvel residencial urbano e dentro das regras do próprio fundo, e consórcio de veículo ou de serviço não aceita FGTS. Entre janeiro e abril de 2026, 550 das 1.547 operações de FGTS em consórcio foram de amortização, e não de aquisição, o que mostra que muita gente usa o saldo para abater parcela depois de já estar no grupo. A liberação passa pela Caixa e pela administradora.

  • Dá para comprar imóvel na planta?

    Dá na maioria das administradoras, com a construtora emitindo o contrato e a nota, mas nem todas aceitam. A Porto Seguro, por exemplo, veda imóvel na planta na carteira de imóveis. Como essa regra muda de empresa para empresa e não está publicada de forma comparável, é uma das primeiras coisas que a gente filtra. Me diz se o seu imóvel é de lançamento que a gente já separa quem opera esse enquadramento.

  • Dá para comprar terreno sem construir?

    Dá em parte das administradoras. Outras exigem que o terreno venha acompanhado de projeto aprovado ou que a construção entre na mesma carta, liberada por etapas com laudo de medição. Essa diferença muda o valor de crédito que você precisa contratar e o cronograma de liberação. Como a regra é de cada administradora e não da lei, vale confirmar antes de fechar com o vendedor do lote. A gente checa nas vinte da carteira.

  • Posso usar a carta para quitar um financiamento?

    Pode, e é um dos usos mais procurados. O financiamento precisa estar no nome do próprio consorciado e ser da mesma categoria de bem. Com a Selic em 13,75% ao ano, definida pelo Copom em 16 de setembro de 2026, trocar juros de financiamento por taxa de administração costuma fazer sentido em contratos longos. O que decide é a comparação entre o saldo devedor com juros e o custo total do plano de consórcio, e a gente monta essa conta com o seu extrato.

  • O que é lance embutido?

    É o lance que sai da própria carta de crédito, em vez de sair do seu bolso. Se você tem uma carta de R$ 300 mil e oferta 25% de embutido, R$ 75 mil viram lance e chegam R$ 225 mil para comprar o imóvel. Ele aumenta a sua chance na assembleia e reduz o seu poder de compra na mesma proporção. O percentual máximo é definido em contrato e varia por administradora, então confira o teto antes de contar com essa estratégia.

  • A parcela do consórcio de imóvel aumenta?

    O crédito e as parcelas são reajustados periodicamente pelo índice previsto em contrato, para acompanhar o preço do imóvel. Isso protege você da defasagem, porque a carta contratada hoje continua comprando um imóvel equivalente daqui a dez anos. Como o prazo médio desses grupos era de 216,8 meses em dezembro de 2024, segundo o Banco Central, esse reajuste vai incidir por quase dezoito anos e precisa entrar no seu planejamento. O índice e a periodicidade estão escritos no regulamento do grupo.

  • Qual a taxa de administração de um consórcio de imóvel?

    A média de grupos novos em imóveis era de 20,84% em dezembro de 2024, segundo o Panorama do Sistema de Consórcios do Banco Central, contra 18,35% da média geral do sistema. Na prática a faixa observada no mercado brasileiro vai de 6,5% a 28%, o que significa que duas administradoras podem cobrar quatro vezes uma da outra pelo mesmo serviço. Numa carta de R$ 300 mil, cada ponto percentual dá R$ 3 mil no plano inteiro. Peça sempre o número em percentual e em reais.

  • Qual a melhor administradora de consórcio de imóvel?

    A melhor para você é a que fecha a menor parcela no prazo que você quer, e isso muda de um caso para outro. Por isso a gente coloca as doze lado a lado na mesma simulação, com taxa, prazo e parcela no mesmo formato, e cada proposta chega com o índice de reclamações que o Banco Central publica sobre aquela administradora. Você escolhe com os números na mão e começa a pagar a sua casa.

  • Consórcio de imóvel é seguro?

    A administradora é autorizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil, e os recursos do grupo ficam em conta apartada do patrimônio dela, conforme a Lei 11.795/2008. Para ficar tranquilo, confira sempre se o boleto vem no nome da administradora. Na Ribz é assim em todo contrato, e a gente mostra onde conferir.

  • O que acontece se eu atrasar uma parcela?

    O contrato prevê encargos e, na sequência, a exclusão do grupo. Antes de chegar lá existem saídas, como reduzir o valor da carta, transferir a cota ou renegociar com a administradora. A inadimplência corrente do sistema era de 2,35% em dezembro de 2024, segundo o Banco Central, o que mostra que quem permanece no grupo costuma pagar em dia. Avisando a administradora cedo, a negociação fica aberta e o plano segue.

  • Posso vender minha cota de consórcio?

    Pode, por transferência, com anuência da administradora e taxa prevista em contrato. Para quem quer sair, transferir costuma recuperar bem mais do que desistir, porque na desistência o dinheiro só volta depois do encerramento do grupo. O comprador assume o saldo e a posição na assembleia, inclusive o histórico de lances. Antes de anunciar a cota por fora, confirme o procedimento com a administradora, porque venda direta sem anuência não transfere nada.

  • Se eu desistir, quando recebo o dinheiro de volta?

    O Superior Tribunal de Justiça fixou no Tema 312, julgado no REsp 1.119.300/RS pela Segunda Seção em 14 de abril de 2010, que a devolução ocorre em até trinta dias após o encerramento contábil do grupo, e não na data do pedido de saída. Como o prazo médio de grupos novos de imóveis passa de 216 meses, isso pode significar anos de espera. O contrato ainda pode prever retenções, como a taxa de administração proporcional. Antes de desistir, vale comparar com a transferência.

  • Consórcio ou financiamento, o que sai melhor?

    Depende de quando você precisa do imóvel. No financiamento você leva a chave na hora e paga juros ao banco, com a Selic em 13,75% ao ano desde a reunião do Copom de 16 de setembro de 2026. No consórcio você não paga juros de empréstimo e chega na chave por sorteio ou por lance. Para horizonte longo o consórcio costuma sair na frente em custo total. A gente coloca as duas contas lado a lado com o mesmo imóvel e o mesmo prazo.

  • Preciso ter o imóvel escolhido antes de entrar?

    Não precisa. Você entra pelo valor do crédito e escolhe o imóvel quando a carta sair, o que pode levar anos, já que o prazo médio desses grupos era de 216,8 meses em dezembro de 2024. Na hora da compra o imóvel passa por avaliação da administradora e precisa estar com documentação regular e sem pendência de matrícula. Dimensionar bem a carta hoje importa mais do que escolher o imóvel, e é aí que a gente ajuda.

Palavras do contrato

As doze palavras que você vai ler no contrato

Contrato de consórcio usa palavras próprias. Estas doze explicam quase tudo o que você vai ler no seu contrato.

Administradora
Empresa autorizada e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil que organiza o grupo, guarda os recursos em conta apartada e responde pelo contrato.
Assembleia
Reunião mensal do grupo onde são apurados o sorteio e os lances e onde as contemplações do mês são definidas.
Carta de crédito
Valor que o consorciado recebe ao ser contemplado, usado para comprar o imóvel à vista, com pagamento feito pela administradora direto ao vendedor.
Contemplação
Momento em que o consorciado passa a ter direito à carta de crédito, por sorteio ou por lance, sempre em assembleia.
Consorciado
Pessoa física ou jurídica que integra o grupo e contribui mensalmente para o fundo comum.
Fundo comum
Parte da parcela destinada à compra das cartas de crédito do grupo. É o dinheiro que volta para você em forma de crédito.
Fundo de reserva
Reserva do grupo para cobrir inadimplência e despesas extraordinárias, cobrada quando o contrato prevê.
Grupo
Conjunto de consorciados reunidos pela administradora para adquirir o mesmo tipo de bem, com prazo e número de cotas definidos.
Lance livre
Oferta paga com recursos próprios do consorciado para disputar a contemplação. Não reduz o valor da carta.
Lance embutido
Oferta paga com parte da própria carta de crédito. Reduz o valor que o consorciado recebe para comprar.
Taxa de administração
Remuneração da administradora pelo trabalho de organizar e tocar o grupo, cobrada como percentual sobre o valor do crédito.
Alienação fiduciária
Garantia em que o imóvel comprado fica vinculado à administradora até a quitação de todas as parcelas do plano.

Já tenho consórcio de imóvel

Chegou aqui com uma cota que já é sua?

A gente atende quem já comprou em outro lugar, sem cobrar nada.

Pronto para ver os números do seu caso?

Quatro campos, e a gente volta com as propostas das administradoras que trabalham com imóvel.

Caixas de mudanca empilhadas numa sala ao fim da tarde

A mudança ganha data quando o plano tem o tamanho certo

Me diz o valor do imóvel que você quer e a parcela que cabe no seu mês, que a gente monta a carta em cima disso.

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