Moto zero
Consórcio de moto zero quilômetro, e a conta de sair rodando
A carta paga a concessionária de uma vez, e comprador à vista negocia diferente de quem financia. Em moto essa diferença costuma aparecer em acessório incluído, porque a margem do preço é curta e a da loja em item de acessório é maior.
O que derruba a conta é esquecer o que vem junto da moto. Emplacamento, seguro e capacete são gasto de sair rodando, e eles entram na faixa de crédito. Me conta o modelo, que eu volto com quem tem grupo aberto para ele.
- 21,27%taxa média de administração em motocicletas, a mais alta entre os segmentos
- 65,5meses de prazo médio, o mais curto de todos os segmentos
- R$ 21,67 milcrédito médio das cotas de moto vendidas no país
Fontes: taxa média e prazo médio no Panorama do Sistema de Consórcios do Banco Central do Brasil, data-base de dezembro de 2024. Crédito médio das cotas de moto entre janeiro e julho de 2026 pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. A taxa do seu contrato é a do grupo específico que você assinar.
- O preço à vista do modelo pedido por escrito à concessionária
- Emplacamento, seguro e capacete somados à faixa de crédito
- A negociação feita com a carta na mão
O que a carta paga
Quatro pontos da moto zero na carta
Os dois primeiros são de preço. Os dois últimos são de conta completa.
-
A carta paga à vista, com nota fiscal
A moto é emplacada no seu nome e fica alienada à administradora até o fim do plano. O pagamento de uma vez é o que abre a conversa de desconto na loja.
-
Em moto o desconto vira acessório
A margem no preço da moto é curta, então a concessionária costuma negociar em capacete, baú, alarme e primeira revisão. Vale pedir isso em vez de insistir em centavos no preço.
-
A garantia de fábrica vem cheia
Zero quilômetro entra com o prazo integral da montadora e com o plano de revisões conhecido. É o que separa essa compra de um usado de preço parecido.
-
O que vem junto precisa caber na carta
Emplacamento, seguro do primeiro ano e capacete são gasto de sair rodando. Somar antes evita descobrir que a carta cobre a moto e deixa o resto com você.
Para quem funciona
Três decisões antes de fechar a faixa
Elas definem o número da carta, então vêm antes de simular.
-
Qual modelo e qual versão
Peça o preço à vista por escrito na concessionária. Versão muda o preço, e trocar de versão depois muda a faixa de crédito inteira.
-
O que você precisa para sair rodando
Emplacamento, seguro e capacete no mínimo. Some isso ao preço da moto e você tem o número real da carta.
-
Se acessório cabe no regulamento
Parte dos grupos aceita acessório com nota fiscal dentro do valor da carta. Perguntar antes define se ele sai da carta ou do seu bolso.
Do plano à placa
Cinco passos até a moto zero na garagem
O caminho começa no preço à vista, porque é ele que define a carta.
- 1 Feche o modelo e a versão na concessionária Com o preço à vista por escrito. Esse número define a faixa de crédito, e mudar de versão depois muda a conta inteira.
- 2 Some emplacamento, seguro e acessório de saída Capacete, alarme e o que a moto precisa para rodar. Somar antes evita descobrir na hora que a carta cobre a moto e deixa o resto com você.
- 3 Entre no grupo e mantenha a cota em dia Sem entrada, pagando a primeira parcela. Cota em dia concorre em toda assembleia, por sorteio e por lance.
- 4 Reserve caixa para o lance, se puder Oferta maior concorre melhor. Nenhuma garante o mês da contemplação, porque o resultado depende do que os outros ofertaram naquele dia.
- 5 Contemplado, negocie com a carta na mão Ela paga a concessionária de uma vez, com nota fiscal. Comprador à vista negocia diferente, e é aí que o acessório costuma entrar na conversa.
Quem disputa a sua simulação
As 10 administradoras da carteira com grupo em motocicletas
Elas cobram preços diferentes pelo mesmo serviço, e no segmento de taxa mais alta do sistema cada ponto percentual pesa mais.
| Administradora | Índice do Banco Central |
|---|---|
| Canopus | 54,82 |
| Banco do Brasil | 71,63 |
| Rodobens | 107,77 |
| Bradesco | 144,91 |
| Itaú | 174,69 |
| Santander | 233,03 |
| Embracon | 276,30 |
| Recon | 433,80 |
| Âncora | 498,55 |
| Poupex | fora do ranking |
O que conferir antes
Quatro cuidados com a moto zero
O primeiro é o que mais aperta o bolso na entrega. Os outros três são de plano.
- Cuidado 1 Dimensionar a carta só pelo preço da moto Emplacamento, seguro e capacete chegam junto, e eles não somem. Quem não soma antes paga do próprio bolso justamente no mês da entrega.
- Cuidado 2 Esperar data para a contemplação Ela sai por sorteio ou por lance na assembleia, sem data previsível, pelo artigo 22 da Lei 11.795/2008. Quem precisa da moto em data marcada precisa de outro caminho.
- Cuidado 3 Fechar a versão só no dia da compra Preço de versão muda a faixa de crédito. Decidir isso no começo é o que evita carta curta para a moto que você quer.
- Cuidado 4 Escolher a cilindrada pela parcela Faixa menor tem parcela menor e pode não servir ao uso que você tem. Escolher pela moto que resolve o seu dia evita trocar em dois anos.
Perguntas que chegam no atendimento
Oito dúvidas sobre consórcio de moto zero quilômetro
Respostas diretas, do jeito que a gente responde no WhatsApp. Se a sua pergunta não estiver aqui, manda que a gente responde.
-
Dá para comprar moto zero por consórcio?
Dá, e é o caminho mais comum do segmento. A carta paga a concessionária à vista, com nota fiscal, e a moto é emplacada no seu nome, alienada à administradora até o fim do plano.
-
Consigo desconto pagando à vista?
Comprador à vista negocia diferente de quem financia. Em moto a margem do preço é curta, então o ganho costuma aparecer em capacete, baú, alarme e primeira revisão.
-
A carta paga o emplacamento?
Depende do regulamento do grupo. Pergunte por escrito antes, porque emplacamento, seguro e capacete são gasto de sair rodando e eles precisam caber em algum lugar da conta.
-
A garantia de fábrica vale normal?
Vale, com o prazo integral da montadora e o plano de revisões conhecido, como em qualquer compra de zero quilômetro.
-
Qual a taxa média em moto?
21,27% sobre o valor da carta, pelo Panorama do Banco Central de dezembro de 2024. É a mais alta entre os segmentos, e o número do seu contrato é o do grupo que você assinar.
-
Quanto tempo demora para ser contemplado?
Não existe prazo de contemplação. Ela sai por sorteio ou por lance na assembleia, pelo artigo 22 da Lei 11.795/2008. Nenhum lance garante o mês.
-
Posso usar a minha moto atual como lance?
O dinheiro da venda dela pode virar lance, pela cláusula do seu grupo. É a alavanca mais comum de quem está trocando de moto.
-
Como a Ribz monta a proposta?
Me conta o modelo e a versão. Eu levanto quem tem grupo aberto para essa faixa, confirmo se acessório cabe na carta e monto a comparação. Mesmo dia útil.
Continue por aqui
Três respostas que completam a decisão
O hub do segmento, a alavanca que encurta a espera e a resposta que diz quando não entrar.
- Como funciona o consórcio de moto A cilindrada, a taxa do segmento e o caminho até a placa. Ver a mecânica da moto
- A alta cilindrada O que muda acima de 500 cilindradas e quem abre grupo para essa faixa. Ver a alta cilindrada
- O silo de motos inteiro As faixas de cilindrada, os produtos e quem abre grupo para cada um. Ver o hub de motos
Outros caminhos
Prefere falar agora? Escolha por onde
Atendemos em todo o Brasil. Quem responde é a mesma pessoa que vai cuidar do seu plano depois.
- WhatsApp Mande a sua dúvida por mensagem e receba a resposta no mesmo dia útil.
- Telefone Ligue e fale direto com um consultor, sem passar por atendimento automático.
- Simulador Escolha o valor e o prazo e veja a parcela antes de deixar o seu contato.
- Nossos dados Confira o CNPJ da Ribz e as autorizações das administradoras que representamos.