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Pessoa colocando o capacete ao lado da moto numa rua pela manhã

Moto

Consórcio de moto para você sair da concessionária pilotando a sua, com a menor parcela do consórcio

A moto é o bem com a menor parcela de todo o consórcio, e com o lance mais fácil de alcançar. O crédito médio do segmento foi de R$ 21,67 mil entre janeiro e julho de 2026, e num crédito desse tamanho um lance de 30% fica por volta de R$ 6.500, valor que cabe em alguns meses de reserva em vez de anos.

O segmento tem a taxa média mais alta do sistema, 21,27% em grupos novos, e é justamente por isso que comparar administradoras rende mais aqui do que em qualquer outro bem. Me conta a cilindrada que você quer e para quando que a gente traz quem tem grupo aberto e monta o lance com você.

  • R$ 21,67 milcrédito médio das cotas de moto vendidas no país
  • 65,5meses de prazo médio, o mais curto de todos os segmentos
  • 21,27%taxa média de administração em grupos novos de moto

Fonte do crédito médio: ABAC, acumulado de janeiro a julho de 2026. Fonte do prazo médio e da taxa média: Banco Central do Brasil, Panorama do Sistema de Consórcios, data-base de dezembro de 2024.

  • A menor parcela de todo o consórcio, e sem entrada
  • Lance competitivo por volta de R$ 6.500 numa carta média
  • Quem te atende hoje é quem acompanha depois da assinatura

Quero ver quem tem grupo de moto aberto neste mês

Quatro campos. A gente volta no mesmo dia útil com quem tem grupo aberto para a sua cilindrada.

A cilindrada decide o grupo

O que muda de uma faixa de cilindrada para a outra

Em moto, a categoria do bem define a faixa de crédito e, por consequência, quais administradoras têm grupo aberto para você.

Até 160 cilindradas
Quem procura: primeira moto, deslocamento diário e entregador começando.
O que define o plano: a parcela, que é a menor de todo o consórcio, e o prazo curto do segmento.
Onde está a atenção: a taxa, porque em crédito pequeno o percentual alto passa despercebido e pesa no total.
De 160 a 500 cilindradas
Quem procura: quem já roda e quer mais fôlego na estrada, e o entregador que troca por uma moto mais resistente.
O que define o plano: a oferta de grupo, porque essa faixa concentra a maior parte dos grupos abertos.
Onde está a atenção: a variação de taxa entre administradoras, que nessa faixa é onde a comparação mais rende.
Acima de 500 cilindradas
Quem procura: big trail, custom e esportiva, com crédito que se aproxima do de um carro popular.
O que define o plano: quais administradoras abrem grupo para a faixa, que são menos do que na baixa cilindrada.
Onde está a atenção: a marca, porque parte dos grupos é ligada a uma linha de fábrica específica.
Elétrica, scooter e quadriciclo
Quem procura: uso urbano de baixo custo, entrega em área central e uso fora de estrada.
O que define o plano: a aceitação do bem, porque nem todo grupo prevê esses modelos no regulamento.
Onde está a atenção: confirmar no regulamento se o bem é elegível antes de assinar, e não depois.

A mecânica, do começo ao fim

Como funciona o consórcio de moto, do primeiro boleto ao emplacamento

Cinco etapas, na ordem em que elas acontecem de verdade.

  1. 1 A cilindrada que você quer define em que grupo você entra Em moto a faixa de crédito acompanha a categoria do bem, então dizer se é uma 160 urbana ou uma big trail já determina quais administradoras têm grupo aberto para você neste mês.
  2. 2 Você paga a primeira parcela e entra na assembleia Não existe entrada. Como o prazo médio do segmento é de 65,5 meses, o plano de moto é o mais curto do consórcio, e a assembleia começa a valer para você já no mês seguinte.
  3. 3 Sorteio e lance decidem quem recebe a carta Como o crédito de moto é pequeno, o valor necessário para um lance competitivo também é menor que nos outros segmentos, e isso coloca a antecipação ao alcance de quem consegue juntar alguns milhares de reais.
  4. 4 Contemplado, você apresenta a documentação e a habilitação A administradora faz a análise, constitui a garantia sobre a moto e confere a documentação. A habilitação na categoria correta precisa estar em dia para o emplacamento seguir sem travar.
  5. 5 A carta paga a concessionária e a moto sai emplacada O pagamento vai direto ao vendedor mediante nota fiscal. Emplacamento, seguro obrigatório e primeira revisão ficam por sua conta, e vale reservar esse valor desde o começo do plano.

O que muda de verdade

A moto chega e o seu dia encolhe uma hora

A carta compra o bem, e o que você compra mesmo é o tempo que volta para o seu dia.

Pessoa limpando a moto na garagem de casa no fim da tarde
A carta paga a moto à vista na concessionária, e a partir daí ela é sua.

Moto resolve um problema de tempo antes de resolver qualquer outro. Quem troca duas conduções por uma moto ganha uma hora por dia, e quem trabalha rodando ganha corrida. É essa conta que costuma trazer a pessoa até aqui, bem antes da conversa sobre modelo.

Como o crédito do segmento é pequeno, a parcela é a menor de todo o consórcio e o lance fica ao alcance. Trinta por cento de uma carta média sai por volta de R$ 6.500, valor que muita gente junta em alguns meses de reserva, e não em anos.

O que a gente faz é dimensionar a carta pela sua folga no mês mais fraco e preparar o lance para os meses de pico, que em moto são bem previsíveis. Me conta a cilindrada que você quer e para quando, que a gente começa por aí.

Quanto custa

Moto tem a taxa mais alta do sistema, e é onde comparar rende mais

O consórcio de moto não tem juros, e o custo do plano é a taxa de administração. A média de grupos novos do segmento era de 21,27% em dezembro de 2024, acima dos 18,35% do sistema inteiro.

Desembolso total numa carta de R$ 22.000 em 66 meses, com duas taxas de administração Com taxa de 21,27% o desembolso soma R$ 26.679. Com taxa de 26,00% o desembolso soma R$ 27.720. A diferença é de R$ 1.041 no mesmo plano. Crédito que você recebe Taxa de administração Taxa de 21,27%: desembolso de R$ 26.679Taxa de 21,27%R$ 26.679 Taxa de 26,00%: desembolso de R$ 27.720Taxa de 26,00%R$ 27.720 Diferença de R$ 1.041 no plano, ou R$ 15,77 por mês.
Em crédito pequeno, o percentual alto engana. Carta de R$ 22.000 em 66 meses, com a taxa diluída em parcelas iguais. O piso de 21,27% é a taxa média de grupos novos de motocicleta publicada pelo Banco Central do Brasil na data-base de dezembro de 2024, a mais alta entre os segmentos, e os 26% são um valor didático dentro da faixa observada no mercado. A parcela real inclui ainda fundo de reserva, quando o contrato prevê, e seguro, quando o grupo exige, e acompanha a atualização do valor do bem. Exemplo didático, não é proposta.

Quem disputa o seu plano

As administradoras que abrem grupo de moto

A reputação de cada uma entra na conversa junto com a taxa, porque nesse segmento a diferença de índice entre a primeira e a última é grande.

  • Rodobens

    Trabalha motocicleta e é a administradora da linha Royal Enfield no Brasil. Índice de 107,77 no ranking do Banco Central do primeiro semestre de 2026, o quarto melhor da nossa carteira, o que a coloca entre as primeiras opções que a gente leva para a mesa em moto.

  • Disal

    Independente com grupos de moto além de carro e imóvel, com índice de 236,63 no mesmo levantamento. Entra na comparação quando a faixa de crédito ou o prazo que você precisa não aparece nas administradoras de índice melhor.

  • Âncora

    Administra o Consórcio Kawasaki, além de Suzuki, Dafra e Bajaj, e é a porta de entrada para quem quer especificamente uma dessas marcas. O índice dela é 498,55, então ela não é a nossa oferta padrão, e a gente só a coloca na mesa quando a marca é o que você foi buscar.

Índices do Ranking de Administradoras do Banco Central do Brasil, primeiro semestre de 2026, medidos em reclamações reguladas procedentes por milhão de consorciados ativos, onde menor é melhor. Bancos e demais independentes da carteira também abrem grupo de moto em parte das praças, e entram na comparação quando têm grupo aberto para a sua faixa.

O acelerador

O lance de moto é o mais fácil de alcançar do consórcio inteiro

Crédito pequeno significa lance pequeno, e isso coloca a antecipação ao alcance de quem consegue guardar por alguns meses.

  • O lance de moto é o mais acessível do consórcio

    Com crédito médio de R$ 21,67 mil no segmento, um lance de 30% sai por volta de R$ 6.500. É o único segmento em que juntar o valor de um lance competitivo cabe em alguns meses de reserva, e não em anos.

  • O embutido aperta mais aqui do que em carro

    Numa carta de R$ 22.000 com 25% embutido, R$ 5.500 viram lance e sobram R$ 16.500 para a moto. Em crédito pequeno essa redução tira modelos inteiros da mesa, então vale calcular antes se a moto que você quer ainda cabe.

  • O décimo terceiro é a janela de quem roda

    Quem trabalha de moto costuma ter picos previsíveis de receita no fim do ano e em datas de alta demanda. A gente marca esses meses com você e prepara o lance para a assembleia certa, em vez de deixar o dinheiro parado.

Perguntas que chegam no atendimento

Doze dúvidas de quem está comprando moto por consórcio

Respostas diretas, do jeito que a gente responde no WhatsApp. Se a sua pergunta não estiver aqui, manda que a gente responde.

  • Como funciona o consórcio de moto?

    O consórcio de moto junta pessoas num grupo administrado por uma administradora autorizada pelo Banco Central, e cada uma paga uma parcela mensal. Todo mês tem assembleia, e a contemplação sai por sorteio ou por lance. Contemplado, você recebe uma carta de crédito que paga a moto à vista na concessionária ou na loja. Não tem entrada e não tem juros, e o custo do plano é a taxa de administração. Me diz a cilindrada que você quer que a gente vê quem tem grupo aberto neste mês.

  • Qual é a taxa de administração do consórcio de moto?

    A taxa média de administração em grupos novos de motocicleta era de 21,27% em dezembro de 2024, segundo o Panorama do Sistema de Consórcios do Banco Central. É a mais alta entre os segmentos, acima dos 18,35% da média do sistema e dos 15,01% de automóvel. Como o crédito de moto é pequeno, o percentual alto passa despercebido na parcela e aparece no total do plano. Por isso comparar administradoras rende proporcionalmente mais em moto do que em qualquer outro segmento.

  • Quanto custa a parcela de um consórcio de moto?

    A parcela depende da carta e do prazo. Numa carta de R$ 22.000 em 66 meses, com a taxa média do segmento de 21,27%, o desembolso total fica em R$ 26.679 e a parcela em torno de R$ 404, sem contar fundo de reserva e seguro quando o contrato prevê. O crédito médio do segmento foi de R$ 21,67 mil entre janeiro e julho de 2026, segundo a ABAC. Me diz a moto que você quer que a gente calcula com o valor real dela.

  • Qual o prazo de um consórcio de moto?

    O prazo médio dos grupos novos de motocicleta era de 65,5 meses em dezembro de 2024, pelo Banco Central, o mais curto de todos os segmentos. Em automóvel a média é de 89,7 meses e em imóveis chega a 216,8. Prazo curto significa plano que termina rápido, com a contrapartida de uma parcela proporcionalmente maior. A gente ajusta prazo e carta até a parcela caber com folga no seu mês, e usa o lance para encurtar a espera pela moto.

  • Dá para comprar moto usada com consórcio?

    Dá, desde que o grupo preveja essa possibilidade no regulamento. A administradora pede vistoria, documento sem restrição e costuma definir idade máxima da moto na data da liberação. O pagamento vai direto ao vendedor, mediante nota fiscal ou documento de transferência, inclusive na compra de particular. Me diz o modelo, o ano e a quilometragem que a gente confere quais administradoras da carteira aceitam aquela moto.

  • Consórcio de moto de alta cilindrada existe?

    Existe, e o crédito nessa faixa se aproxima do de um carro popular. A diferença prática está na oferta, porque menos administradoras abrem grupo acima de 500 cilindradas, e parte desses grupos é ligada a uma linha de fábrica específica, como Royal Enfield pela Rodobens ou Kawasaki pela Âncora. Confirmar a elegibilidade do modelo no regulamento é a primeira conferência. Me diz a moto que você quer que a gente localiza quem tem grupo para ela.

  • Posso fazer consórcio de moto elétrica ou de scooter?

    Depende do regulamento do grupo, porque nem toda administradora prevê esses bens. Moto elétrica, scooter e quadriciclo entram como categorias específicas e precisam estar listados como bem elegível antes de você assinar. Essa é uma conferência que muita gente faz só na contemplação e descobre tarde. A gente confirma a elegibilidade por escrito com a administradora antes de apresentar a proposta para você.

  • Consórcio de moto vale a pena para quem trabalha com entrega?

    Vale quando a parcela cabe no mês mais fraco, porque a renda de entrega oscila e o plano é longo o bastante para atravessar períodos ruins. A vantagem para quem roda é que a moto sai paga à vista, sem juros, e o lance de moto é o mais acessível do consórcio, já que 30% de uma carta de R$ 22.000 fica por volta de R$ 6.500. A gente dimensiona a carta pela sua folga real e prepara o lance para os meses de pico.

  • Preciso de CNH para contratar um consórcio de moto?

    Para contratar não, porque você está comprando uma cota e não dirigindo nada ainda. Para receber a moto emplacada no seu nome e circular, sim, você precisa da habilitação na categoria correspondente à cilindrada. Quem ainda está tirando a CNH costuma usar o tempo do plano para isso, já que o prazo médio do segmento é de 65,5 meses. Vale acertar a habilitação antes da contemplação para não travar o emplacamento.

  • O que entra no custo além da parcela do consórcio de moto?

    Além da taxa de administração, o contrato pode prever fundo de reserva e seguro, e os dois vêm somados na parcela. Fora do consórcio ficam emplacamento, licenciamento, seguro obrigatório, capacete e a primeira revisão, que não são pagos pela carta de crédito. Em moto esses valores pesam proporcionalmente mais, porque o crédito é pequeno. A gente inclui essa reserva no planejamento antes de você escolher a carta.

  • Qual administradora de consórcio de moto tem a melhor reputação?

    Entre as que trabalham moto na nossa carteira, a Rodobens tem o melhor índice no Ranking de Administradoras do Banco Central do primeiro semestre de 2026, com 107,77 reclamações procedentes por milhão de consorciados ativos, seguida da Disal com 236,63 e da Âncora com 498,55. Menor é melhor nesse índice. A Âncora administra o Consórcio Kawasaki, então ela entra na mesa quando a marca é o que você foi buscar. Cada proposta nossa chega com esse número ao lado do nome.

  • Consórcio de moto é melhor que financiamento?

    Depende de quando você precisa da moto. No financiamento você sai pilotando hoje e paga juros por isso. No consórcio de moto você espera a contemplação, que sai por sorteio ou por lance sem data previsível, e paga taxa de administração no lugar dos juros, com média de 21,27% no segmento pelo Banco Central em dezembro de 2024. Como o lance de moto é o mais acessível do consórcio, a espera costuma ser menor do que a pessoa imagina. A gente coloca as duas contas lado a lado com o valor da moto que você quer.

O segmento inteiro

Tudo o que a carta de moto compra

Doze situações que a gente já resolve, da primeira 160 à big trail de viagem.

Moto saindo da garagem de casa no começo da manhã, vista de trás

A sua moto cabe no seu mês

Me conta a cilindrada que você quer e para quando, que a gente traz quem tem grupo aberto para ela.

Proposta no mesmo dia útil

Conte o seu caso que a gente volta com as opções

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