Construção
Consórcio para construir no terreno que você já tem
Quem já tem o terreno tem metade do caminho andado, e a carta paga a obra. Ela cobre material, mão de obra e projeto, liberada por etapas conforme o cronograma aprovado, e ainda dá para comprar o terreno junto no mesmo crédito.
Construir sai da conta de quem paga por metro quadrado pronto, e com a carta o pagamento ao fornecedor é à vista. Me conta a metragem que você pretende levantar e se o terreno já é seu, que eu volto com quem tem grupo aberto para esse valor.
- 13administradoras da carteira disputam a sua simulação de imóvel
- 20,84%taxa média de administração em imóveis, sobre o valor da carta
- 2usos no mesmo crédito, que são comprar o terreno e levantar a obra
Fonte da taxa média e do prazo médio: Banco Central do Brasil, Panorama do Sistema de Consórcios, data-base de dezembro de 2024. Fonte das modalidades de FGTS: Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. A taxa do seu contrato é a do grupo específico que você assinar, e ela vem por escrito na proposta.
- Material, mão de obra e projeto dentro da mesma carta
- Liberação por etapas de obra, conforme o cronograma aprovado
- O FGTS entra como lance, complemento, amortização ou parcela
O que a carta paga
Quatro coisas que a carta cobre na obra
Material, mão de obra e projeto. O que muda entre uma situação e outra é o ponto de partida, que pode ser terreno vazio, obra parada ou casa a ampliar.
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A construção no seu terreno
Material, mão de obra e projeto, com a liberação acontecendo por etapas conforme a obra avança e é vistoriada. O terreno precisa estar no seu nome e com a matrícula regular antes de a primeira parcela do crédito sair.
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O terreno mais a construção
Quando você ainda não tem o lote, dá para usar a mesma carta para comprar o terreno e levantar a casa. O crédito é dimensionado somando as duas pontas, e vale contratar com folga para o custo de obra.
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A obra que parou pela metade
Construção iniciada e interrompida por falta de recurso entra como retomada, com projeto e cronograma do que falta. A avaliação da administradora considera o que já está de pé, então tenha as notas e o projeto em mãos.
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A ampliação da casa que já é sua
Quarto novo, segundo andar, edícula ou área de serviço. A ampliação segue a mesma lógica da construção, com projeto aprovado e liberação por etapa, e depois precisa ser averbada na matrícula.
Para quem funciona
Três situações em que construir sai na frente de comprar pronto
Todas dependem de uma coisa só, que é você poder esperar a contemplação sem data marcada no calendário.
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Quem já tem o terreno parado
É o caso mais direto. O lote já é seu, o que falta é o recurso da obra, e você troca juros de empréstimo por taxa de administração, cuja média em imóveis era de 20,84% sobre o valor da carta em dezembro de 2024, diluída no prazo do grupo.
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Quem quer construir do seu jeito
Comprar pronto é aceitar a planta de outra pessoa. Construir permite decidir metragem, distribuição e acabamento, e o custo por metro quadrado costuma ficar abaixo do preço de tabela do imóvel novo na mesma região.
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Quem tem FGTS parado
O saldo vira lance, completa a carta, amortiza o saldo devedor ou abate parte da parcela, desde que a obra seja de imóvel residencial urbano destinado à moradia e que você cumpra as regras do fundo.
Do plano às chaves
Do projeto à última etapa de obra, em cinco passos
Da escolha do valor da carta até a liberação por etapas de obra, que é o que diferencia a construção da compra de imóvel pronto.
- 1 Você dimensiona a carta pelo orçamento da obra, com folga Obra estoura, e esse é o risco clássico daqui. Some material, mão de obra e projeto, e contrate acima do orçamento inicial, porque completar depois com recurso próprio é o que trava construção pela metade.
- 2 Você entra no grupo e prepara o projeto enquanto espera Sem entrada, pagando a primeira parcela. O tempo de espera é o melhor momento para aprovar o projeto na prefeitura, tirar o alvará e fechar o cronograma, porque é isso que destrava a liberação depois.
- 3 O lance encurta a espera quando existe reserva Dinheiro guardado, FGTS ou parte da própria carta entram como oferta na assembleia. Lance nenhum garante o mês da contemplação, e ele é a única alavanca que existe dentro do grupo.
- 4 Contemplado, a administradora aprova o cronograma Ela analisa o seu crédito, avalia o terreno e aceita o cronograma físico-financeiro da obra. Sem projeto aprovado e alvará em mãos, a carta fica parada mesmo com a cota já contemplada.
- 5 O dinheiro sai por etapas, conforme a obra avança Cada fase concluída é vistoriada e libera a parcela seguinte do crédito. É o que diferencia a construção da compra de imóvel pronto, em que a carta sai de uma vez, e é o que exige cronograma realista.
Quem disputa a sua simulação
As 13 administradoras da carteira com grupo em imóveis
Elas cobram preços diferentes pelo mesmo serviço, e comparar antes de assinar é a única negociação que funciona aqui.
| Administradora | Índice do Banco Central |
|---|---|
| Canopus | 54,82 |
| Banco do Brasil | 71,63 |
| Servopa | 104,97 |
| Rodobens | 107,77 |
| Bradesco | 144,91 |
| Itaú | 174,69 |
| Santander | 233,03 |
| Embracon | 276,30 |
| CNP | 409,80 |
| Recon | 433,80 |
| Porto Seguro | 468,21 |
| Poupex | fora do ranking |
| Randon e Racon | fora do ranking |
O que conferir antes
Quatro cuidados de quem vai construir
Os dois primeiros protegem você de promessa e de papel atrasado. Os dois últimos protegem o seu orçamento pelos anos do plano.
- Cuidado 1 Obra começada antes da contemplação A contemplação sai por sorteio ou por lance, sem data previsível, então programar a obra contando com uma data é o erro mais comum aqui. Quem tem cronograma de mudança marcado precisa de outro caminho.
- Cuidado 2 Cronograma e projeto deixados para depois A liberação por etapas depende de projeto aprovado na prefeitura e de cronograma físico-financeiro aceito pela administradora. Sem esses papéis prontos, a carta fica parada mesmo depois de contemplada.
- Cuidado 3 Orçamento de obra sem margem Obra estoura, e esse é o risco clássico do segmento. Dimensione a carta com folga sobre o orçamento inicial, porque completar depois com recurso próprio costuma ser o que trava a construção pela metade.
- Cuidado 4 Averbação esquecida no fim Construção não averbada na matrícula gera problema na venda, no inventário e em qualquer financiamento futuro. Combine desde o começo quem cuida da averbação e inclua esse custo na conta.
Perguntas que chegam no atendimento
Oito dúvidas sobre consórcio para construção
Respostas diretas, do jeito que a gente responde no WhatsApp. Se a sua pergunta não estiver aqui, manda que a gente responde.
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Dá para construir com consórcio no meu terreno?
Dá, e é um dos usos mais procurados da linha de imóveis. A carta cobre material, mão de obra e projeto, com liberação por etapas conforme a obra avança e é vistoriada. O terreno precisa estar no seu nome e com a matrícula regular antes da primeira liberação.
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E se eu ainda não tenho o terreno?
Dá para usar a mesma carta para comprar o lote e construir. O crédito é dimensionado somando as duas pontas, e vale contratar com folga, porque custo de obra costuma subir ao longo do caminho.
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Como o dinheiro é liberado?
Por etapas, conforme o cronograma físico-financeiro aprovado pela administradora, com vistoria a cada fase concluída. É diferente da compra de imóvel pronto, em que a carta sai de uma vez para pagar o vendedor.
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Posso usar o FGTS na construção?
Pode, nas quatro modalidades, desde que a obra seja de imóvel residencial urbano destinado à moradia e que você cumpra as regras do fundo, entre elas três anos de trabalho sob o regime do FGTS e o intervalo de dois anos entre movimentações.
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Preciso de projeto aprovado?
Precisa, e ele é o que destrava a liberação. Projeto aprovado na prefeitura, alvará e cronograma físico-financeiro são os documentos que a administradora pede. Quem prepara isso durante o plano não perde tempo depois de contemplado.
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Consórcio para construção tem juros?
Não tem juros, porque ninguém empresta dinheiro a você. O que você paga além do crédito é a taxa de administração, com média de 20,84% em imóveis em dezembro de 2024, diluída no prazo contratado do grupo.
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Dá para usar para terminar uma obra parada?
Dá. A retomada entra com projeto e cronograma do que falta, e a avaliação considera o que já está construído. Junte as notas fiscais do material já aplicado e o projeto original, porque eles agilizam a análise.
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Como a Ribz monta a minha proposta?
Me conta a metragem que você pretende levantar, se o terreno já é seu e quanto cabe no seu mês. Eu trago as administradoras da carteira com grupo aberto para esse valor, lado a lado, com taxa em porcentagem e em reais, prazo e desembolso total.
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Três respostas que completam a decisão
O FGTS dentro do plano, o caminho vizinho no mesmo silo e a alavanca que encurta a espera.
- Se for reforma, não obra nova O que a carta cobre quando a casa já está de pé e o que muda na liberação. Ver o consórcio para reforma
- Usar o FGTS no plano As quatro modalidades, os requisitos do fundo e o que o imóvel precisa cumprir. Ver como usar o FGTS
- O silo de imóveis inteiro As 13 administradoras, o FGTS e o que a carta resolve em cada situação. Ver o hub de imóveis
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